sexta-feira, 22 de julho de 2011

Dom Wilson celebrará missa de envio dos jovens de BH para a JMJ

Dom Wilson Luís Angotti Filho -que chegou recentemente à Arquidiocese de Belo Horizonte- irá presidir a Missa de envio dos jovens que vão à Jornada Mundial da Juventude em Madri neste ano.

Após convite dos jovens que vão à JMJ, Dom Wilson o respondeu generosamente com um sim. Segundo informações confirmadas pelo próprio bispo ele irá participar da XXVI JORNADA MUNDIAL DA JUVENTUDE 2011, que será realizada em Madri e terá como tema: «Enraizados e edificados n'Ele... firmes na fé» (cf. Cl 2, 7).

A expectativa é que o Brasil envie 14 mil jovens para Madri, o maior número já registrado de brasileiros em toda a história das JMJ. Isso muito provavelmente se deva ao movimento de diversas Arquidioceses em promover as jornadas arquidiocesanas e das Arquidioceses de Belo Horizonte, Brasillia e Rio de Janeiro terem se candidatado oficialmente para acolher o evento. É fato que a próxima JMJ será no Brasil e em 2013. O Papa Bento XVI na missa de encerramento da JMJ irá oficialmente dizer o nome da próxima Arquidiocese que será sede do maior evento internacional do mundo.



A missa de envio dos jovens será um momento muito rico de partilha e preparação, sobretudo espiritual.

Convite para a Missa de envio:

O Vicariato Episcopal para a Pastoral e o Secretariado Arquidiocesano da Juventude da Arquidiocese de Belo Horizonte se preparam para um momento especial: a celebração do envio dos jovens que irão participar da 26ª Jornada Mundial da Juventude em Madri, de 16 a 21 de agosto. A Missa será no dia 30 de julho, na Praça São Francisco das Chagas, s/nº - Bairro Carlos Prates, Belo Horizonte.

Programação:
14h - Acolhida
14h30 - Catequese “enraizados e edificados em Cristo”
15h20 - Café festivo
16h - Catequese “o sentido de peregrinar”
16h40 - Testemunhos
17h - Celebração Eucarística com a benção de envio



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Retirado do blog da JAJ-BH

Grupo da forania Santo Antônio da Pampulha se preparam para ir à Jornada Mundial da Juventude em Agosto

Grupo da forania Santo Antônio da Pampulha se preparam para ir à Jornada Mundial da Juventude em Agosto

Cerca de 10 representantes da Forania Santo Antônio da Pampulha se preparam para ir à Jornada Mundial da Juventude. São jovens das paróquias Nossa Senhora do Belo Ramo, Cristo Operário, Santo Antônio da Pampulha e Nossa Senhora da Divina Providência, que, juntos, compõem o grupo GP Frassati.

O nome escolhido é uma homenagem ao Beato Píer Giorgio Frassati, jovem que foi beatificado pelo Beato João Paulo II. O coordenador do grupo e da juventude na Forania, Diego Silva, explica que “conhecemos alguns dos jovens na visita que realizamos nas paróquias. Partilhei com eles o desejo de ir à JMJ em Madrid e eles animaram. É uma pena não irem mais jovens”.

De acordo com Diego, o apoio do vigário forâneo, Padre Zezinho e dos demais párocos da Forania é fundamental para a participação do GP Frassati na JMJ 2011. “Todos têm nos ajudado e motivado. Eles sabem que não é fácil uma viagem internacional, e tem sido muito bom a confiança que eles no depositam”, explica.

Para o vigário forâneo, Padre Zezinho, “é com ALEGRIA e ESPERANÇA que a Forania Santo Antônio da Pampulha envia nossos Jovens para a JMJ. Alegria para ver, jovens comprometidos coma a causa do Reino e que procuram dar razão de sua fé em meio a outros jovens das diversas comunidades de nossa forania. Esperança que esse encontro, onde irão compartilhar experiência com jovens do mundo inteiro, possa fortalecer o Espírito Missionário e Evangelizador para a caminhada da PJ – Pastoral da Juventude em nossa Forania”.

Ele completa com uma mensagem a todos os participantes da Forania. “Faço minhas as palavras do Saudoso João Paulo II na II Jornada Mundial: Jovens da Forania Santo Antônio;Vós sois a Esperança da Igreja’. Esperança que já se faz realidade no hoje de nossa Forania!”.

Os jovens vão sair de Belo Horizonte para Madrid dia 09 de agosto e retornam no dia 23. "É uma alegria imensa participar pela primeira vez da JMJ. A melhor forma de entendermos a verdadeira União Cristã é esta. Onde Jovens de todo o mundo estarão juntos pelo mesmo objetivo - O Corpo e Sangue de Cristo, onde teremos a experiência extraordinária de lhe darmos com variadas culturas. Espero voltar restaurado e cheio do sopro do Espírito Santo!", ressalta Douglas, jovem da Paróquia Nossa Senhora do Belo Ramo.

A expectativa do coordenador do GP Frassati é que os participantes da JMJ organizem a edição de 2014, que acontecerá no Brasil. “É importante que esses jovens que tiveram a oportunidade de ir voltem com todo o ardor e desejo de apostolado, em especial com os jovens”. Somos nós quem vamos ajudar na organização da próxima JMJ que será realizada no Brasil”, ressalta.


Retirado do blog da JAJ-BH

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Celebração em homenagem ao beato Pier Giorgio Frassati


Jovens da Arquidiocese de Belo Horizonte, integrantes do Grupo Giorgio Frassati, convidam todos para a Celebração Eucarística em homenagem aos 110 anos de nascimento do padroeiro, beato Giorgio Frassati.

A missa será realizada no dia 6 de abril, quarta-feira, às 18h15, na Catedral Nossa Senhora da Boa Viagem e será transmitida, ao vivo, pela rádio América (AM 750).

A iniciativa é do Grupo Peregrino (GP) Píer Giorgio Frassati, que participará da Jornada Mundial da Juventude em agosto, em Madrid. Formado por jovens de diversas realidades, carismas e paróquias da Arquidiocese de Belo Horizonte, o Grupo escolheu o Beato como padroeiro.

Para outras informações clique aqui.

A história de Pier Giorgio

Pier Giorgio Frassati nasceu em Turim, Itália, em 6 de abril de 1901. Sua mãe, Adelaide Ametis era pintora. Seu pai Alfredo, agnóstico, foi fundador e diretor do jornal liberal “La Stampa”. Apaixonado por esportes, em especial a escalada de montanhas, utiliza suas excursões para evangelizar seus amigos. “Quanto mais alto formos, melhor nós ouviremos a voz de Cristo”, ele dizia. Dedicado aos mais pobres e desfavorecidos, ele visitava as famílias e lhes prestava tanto ajuda material quanto espiritual.

Aos 17 anos de idade, em 1918, ingressou na Sociedade São Vicente de Paulo e dedicou a maior parte de seu tempo livre ao serviço dos doentes e necessitados, cuidando dos órfãos e dos soldados da primeira guerra mundial que voltavam para suas casas. Em 1919 se associou a Federação de Estudantes Católicos e a Ação Católica. Diferenciando-se das ideias políticas de seu pai chegou a ser membro verdadeiramente ativo do Partido Popular que promoveu os ensinamentos da Igreja Católica embasadas nos princípios da “Rerum Novarum”.

Em uma dessas visitas contraiu poliomelite aguda e faleceu no dia 04 de julho de 1925, aos 24 anos. Seu corpo incorrupto encontra-se enterrado na Catedral de Turim. Em 20 de maio de 1990, na praça de São Pedro, diante de dezenas de milhares de fiéis, o Papa João Paulo II beatificou Pier Giorgio Frassati, considerando-o como “O Homem das oito Bem-Aventuranças”.

Site da Arquidiocese de Belo Horizonte

Forania Santo Antônio da Pampulha promove encontro sobre Campanha da Fraternidade 2011

A Forania Santo Antônio da Pampulha realizará de 4 a 8 de abril uma semana de debates sobre a Campanha da Fraternidade 2011. Estão previstas visitas nas escolas e atividades dentro das próprias paróquias. No dia 8 de abril será realizada mesa redonda, que contará com a presença do padre Manoel Godoy, diretor do Instituto Santo Tomás de Aquino (ISTA) e do padre Márcio Antônio Pacheco, diretor da gráfica e editora O Lutador.

A Campanha da Fraternidade 2011 traz como tema “Fraternidade e a Vida no Planeta” e objetiva conscientizar sobre a importância do respeito ao meio ambiente. A mesa redonda será realizada às 19h30 do próximo dia 8, no auditório da Faculdade Jesuíta de Filosofia e Teologia (FAJE), que fica na Avenida Doutor Cristiano Guimarães, 2127, bairro Planalto.

Fonte: Site da Arquidiocese de Belo Horizonte

terça-feira, 22 de março de 2011

sexta-feira, 18 de março de 2011

Arquidiocese de Belo Horizonte promove a II Jornada da Juventude

BELO HORIZONTE, , 17 de março - Priscila Favaro (JAJ-BH)

Contagem regressiva! Falta um mês para a
Jornada Arquidiocesana da Juventude de
Belo Horizonte (JAJ-BH). A segunda edição
do evento acontecerá no dia 17 de abril,
data em que a Igreja celebra o Domingo de Ramos,
e tem um motivo a mais para ser especial: sua
realização será no mesmo ano da Jornada Mundial
da Juventude (JMJ), promovida em agosto de 2011,
na cidade de Madri/Espanha.

O tema da II JAJ-BH será o mesmo da JMJ: "Enraizados e Edificados em Cristo, Firmes na Fé" (cf. Col 2, 7). Ela acontecerá na cidade de Contagem, região metropolitana de Belo Horizonte, na Paróquia São Gonçalo. Veja a programação:

14h - Concentração na praça da Prefeitura de Contagem
15h - Caminhada em direção à Paróquia São Gonçalo
16h - Celebração Eucarística e Bênção de Ramos
Local: Paróquia São Gonçalo - Praça São Gonçalo - s/nº - Centro - Contagem ( Após a Celebração Eucarística, haverá show de música)

Este é mais um firme passo da Arquidiocese de Belo Horizonte em prol da sua candidatura para sediar a próxima Jornada Mundial da Juventude. Só no ano passado, cerca de três mil jovens participaram da JAJ-BH. A expectativa é que o esse número aumente ainda mais.

Jornada Arquidiocesana da Juventude

A Jornada Arquidiocesana da Juventude é fruto das Jornadas Mundiais da Juventude (JMJ).
A JMJ nasceu em 1986 como resposta do Papa João Paulo II a uma iniciativa dos jovens e visa a oferecer “momentos significativos de parada no constante peregrinar da fé”. Sua principal finalidade é colocar no centro da fé e da vida de cada jovem a pessoa de Jesus, para que Ele se torne um constante ponto de referência e para que Ele seja a luz de cada iniciativa promovida em favor das novas gerações.É realizada a cada três anos.

Entre as Jornadas acontecem as assim chamadas Jornadas (Arqui) Diocesanas. A Arquidiocese de Belo Horizonte, em comunhão com a Igreja no mundo todo, celebra em âmbito diocesano a JMJ com a Jornada Arquidiocesana da Juventude (JAJ). Esse grande encontro articula-se com os outros eventos da juventude assumidos pelo Secretariado Arquidiocesano da Juventude: Caminhada Marial ao Santuário de Nossa Senhora da Piedade (Serra da Piedade), 15 de agosto e Dia Nacional da Juventude (DNJ), normalmente quarto domingo de outubro.

A JAJ será realizada no Domingo de Ramos, conforme a orientação do Setor Juventude da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).

Veja os melhores momentos da I JAJ-BH

Os melhores momentos da I JAJ podem ser conferidos no Canal da JAJ no youtube: http://www.youtube.com/user/jornadaajbh .

Mais informações:
Site: www.jajbh.blogspot.com
E-mail: jornadaajbh@gmail.com
Tel.: (31) 3269-313


Retirado do blog da JAJ-BH; http://jajbh.blogspot.com/#ixzz1GwnFCNQG

segunda-feira, 14 de março de 2011

sábado, 12 de fevereiro de 2011

Acampamento Manaaim 2011

ACAMPAMENTO MANAAIM 2011

DE 05 A 09 DE MARÇO
CONTATO: acampamentomanaaimbh@gmail.com

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Namoro Católico


- O Namoro -

O namoro é o período em que o rapaz e a moça procuram conhecer-se em preparação para o matrimônio.

No matrimônio homem e mulher doam seus corpos, constituem uma só carne e tornam-se instrumentos de Deus na geração de novas vidas humanas.

Mas antes de doar os corpos é preciso doar as almas. No namoro os jovens procuram conhecer, não o corpo do outro, mas sua alma.

Os namorados não podem ter relações sexuais, pois o corpo do outro ainda não lhes pertence. Unir-se ao corpo alheio antes do casamento (fornicação) é um pecado contra a justiça, algo como um roubo.

E como nosso corpo é templo do Espírito Santo (1Cor 6,19) a profanação de nosso corpo é algo semelhante a um sacrilégio.

"Não sabeis que sois um templo de Deus e que o Espírito de Deus habita em vós? Se alguém destrói o templo de Deus, Deus o destruirá . Pois o templo de Deus é santo e esse templo sois vós" (1Cor 3,16-17).

Porém não é apenas a fornicação que é pecado, mas também tudo o que provoca desejo da fornicação, como abraços e beijos que, muitíssimo mais que constituírem expressões de afeto, despertam, alimentam e exacerbam o desejo físico.

Aliás, é possível profanar o templo do nosso corpo até por um pensamento: "Todo aquele que olha para uma mulher com mau desejo já cometeu adultério com ela em seu coração" (Mt 5,28).

Durante o namoro deve-se evitar o contato físico desnecessário. O contato entre os corpos (beijos e abraços), além de causar o desejo de fornicação , obscurece a razão. O próprio beijo na boca ou de novela já constitui uma entrega física, que, se acidentalmente pode não se consumar, no entanto a prepara ou apressa. Vale aqui lembrar a advertência de Cristo: "Vigiai e orai para não cairdes em tentação. O espírito é pronto, mas a carne é fraca" (Mt 26,41).

O prazer da excitação dos sentidos, além disso, torna os jovens incapazes de perceber a beleza da alma do outro. O namoro assim deixa de ser uma ocasião de amar para ser uma ocasião de egoísmo a dois, cada um desejando sugar do outro o máximo de prazer.

Como Namorar

Sendo o namoro o encontro de dois templos sagrados que desejam conhecer-se e amar-se interiormente, os namorados deveriam agir à semelhança de um rito litúrgico:

rezar antes e depois do namoro;
namorar apenas em lugar visível, para evitar ocasião de pecar. Nada há para esconder;
durante o namoro evitar ir além de conversar e dar as mãos;
ter sempre em mente : "Eu estou diante de um templo sagrado. Ai de mim se eu profanar este templo até por um pensamento".
E se o outro não aceitar namorar cristãmente?

É preciso renunciar ao namorado (à namorada).

"Aquele que ama pai ou mãe mais do que a mim não é digno de mim. E aquele que ama filho ou filha mais do que a mim não é digno de mim" (Mt 10,37).

E Jesus poderia acrescentar :

"Aquele que ama o namorado ou a namorada mais do que a mim não é digno de mim".

Para conservar a graça que Cristo nos conquistou com o preço de seu sangue, devemos renunciar até à própria vida .

Mas há um consolo. Se outro não aceitar namorar senão através de beijos e abraços escandalosos, na verdade ele não ama você, mas deseja gozar do prazer que você pode oferecer. O verdadeiro amor sabe esperar.

É preciso ser diferente de todo o mundo?

Sim. O cristão deve ser sal da terra (Mt 5,13), luz do mundo (Mt 5,14), fermento na massa (Mt 13,33).

"Não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos, renovando a vossa mente, a fim de poderdes discernir a qual é a vontade de Deus, o que é bom, agradável e perfeito" (Rm 12,2)

A alegria da pureza

Aquele que procura o prazer, encontra o prazer. Mas depois vem o vazio, o remorso de consciência e a tristeza.

Aquele que se abstém do prazer por amor encontra a alegria . Os puros de coração são capazes desde já de conhecer as coisas de Deus muito melhor do que os outros. A pureza se expressa no olhar. Ao olharmos para os olhos de uma pessoa pura, vemos algo de Deus em sua alma.

Se os que buscam o prazer na impureza conhecessem a alegria da pureza, desejariam ser puros mesmo que fosse por egoísmo . A alegria da pureza está acima do prazer da impureza assim como o céu está acima da terra. Experimente e diga-me se não é assim.

Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz

Oração para antes do namoro

Senhor,
Estou aqui diante de um templo santo onde vós habitais. Amo-vos presente neste templo e prefiro morrer a profanar este santuário mesmo por um pensamento.
Fazei que com este namoro eu aprenda a amar a vós presente no outro e assim descubra se foi este (esta) quem escolhestes para estar ao meu lado por toda a minha vida.
São Rafael Arcanjo, que conduzistes Tobias a Sara e lhes ensinastes a pureza do coração, fazei-nos namorar de tal modo que os anjos possam estar presentes e glorificar a Deus conosco .
Virgem puríssima, dai-nos a pureza do vosso Imaculado Coração.

Depois do namoro

Convém fazer um exame de consciência:
"Estou agora amando a Deus mais do que antes?"

(Com aprovação eclesiástica)

sábado, 22 de janeiro de 2011

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Carlo Acutis, um modelo para os jovens.

Em 12 outubro de 2006, Carlo Acutis tinha 15 anos de idade e sua vida se apagou por uma agressiva leucemia. O adolescente, oriundo de Milão, comoveu familiares e amigos ao oferecer todos os sofrimentos de sua enfermidade pela Igreja e pelo Papa.

"Eucaristia: Meu caminho para o céu. Biografia de Carlo Acutis" é o título do livro escrito por Nicola Gori, um dos articulistas de L’Osservatore Romano, e publicado pelas

Paulinas na Itália. Carlo tinha uma verdadeira devoção a Eucaristia chegando a elaborar o site: www.miracolieucaristici.org

Carlo "era um adolescente de nosso tempo, como muitos outros. Esforçava-se na escola, entre os amigos, era um grande apaixonado por computadores. Ao mesmo tempo era um grande amigo de Jesus Cristo, participava da Eucaristia diariamente e se confiava à Virgem Maria, era devoto do beato Pier Giorgio Frassati - www.piergiorgio.com.br - Depois de sua Primeira Comunhão, nunca faltou à celebração cotidiana da Santa M

issa e da reza do Terço, seguidos de um momento de Adoração Eucarística".

"Com esta intensa vida espiritual, Carlo viveu plena e generosamente seus quinze anos, deixando em quem o conheceu um profundo sinal. Era um adolescente especialista em computadores, lia textos de Engenharia de Informática e deixava a todos estupefatos, mas este dom o colocava a serviço do voluntariado e o utilizava para ajudar seus amigos".

"Sua grande generosidade o fazia interessar-se por todos: os estrangeiros, os portadores de necessidades especiais, as crianças e os mendigos. Estar próximo a Carlo era esta perto de uma fonte de água fresca".

Recorda-se claramente que "pouco antes de morrer Carlo ofereceu seus sofrimentos pelo Papa e pela Igreja. Certamente o heroísmo com a qual confrontou sua enfermidade e sua morte convenceram a muitos que

verdadeiramente era alguém especial. Quando o doutor que o acompanhava perguntava se sofria muito, Carlo respondeu: ‘Há gente que sofre muito mais que eu!".

"Fama de santidade"

Dra Francesca Consolini, postuladora para a causa dos Santos da Arquidiocese de Milão, acredita que no caso de Carlo há elementos que poderiam levar a abertura de um processo de beatificação, quando se fizerem cinco anos de sua morte, como o pede a Igreja.

"Sua fé, singular em uma pessoa tão jovem, madura e segura, levava-o a ser sempre sincero consigo mesmo e com os outros. Manifestou uma extraordinária atenção para o próximo: era sensível aos problemas e as situações de seus amigos, os companheiros, as pessoas que viviam perto a ele e quem o encontrava dia a dia", explicou Consolini.

Carlo Acutis "tinha entendido o verdadeiro valor da vida como dom de Deus, como esforço, como

resposta a dar ao Senhor Jesus dia a dia na simplicidade. Queria destacar que era um moço normal, alegre, sereno, sincero, que amava a vida, que gostava da amizade".

Carlo "tinha compreendido o valor do encontro cotidiano com Jesus na Eucaristia, e era muito amado e procurado por seus companheiros e amigos por sua simpatia e vivacidade”.

"Depois de sua morte muitos sentiram a necessidade de escrever uma própria lembrança dele e outros comentaram que vão pedir sua intercessão em suas orações: isto fez com que sua figura seja vista com particular interesse" e em torno de sua lembrança está se desenvolvendo o que se chama "fama de santidade". Em 2011 será o quinto aniversário de sua entrada no Paraíso é o momento em que a Igreja de Milão estará abrindo o processo de beatificação.

Para Eduardo Henrique, Assistente Social da Faculdade Santa Marcelina, “Carlo Acutis é um verdadeiro santo! Um modelo para todos nós. Um adolescente que nos deixou um valioso legado; o amor pela vida, a alegria de viver e a coragem de ser fiel a Deus em todos os momentos”.

www.carloacutis.com/pages/accueil.html

Fonte: http://victormellao.com.br/piergiorgio/

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

OS JOVENS: REPRESENTAM DE FATO UMA ESPERANÇA?

OS JOVENS:
REPRESENTAM DE FATO UMA ESPERANÇA?



PERGUNTA de Vittorio Messiori:


Quanto aos jovens: são privilegiados pela atenção afetuosa do Santo Padre, que com freqüência reitera que a Igreja olha para eles com esperança especial para o relançamento da evangelização.


Santidade, tal esperança é realmente fundamental? Ou, lamentavelmente, não estaremos mais uma vez diante da sempre renovada ilusão, por parte de nós adultos, de que a nova geração vai ser melhor do que a nossa e todas aquelas que a precederam?







RESPOSTA de João Paulo II:

Aqui você descortina um campo enorme para análise e para meditação.

Os jovens de hoje como são, o que buscam? Poder-se-ia dizer que são como os de sempre. Há algo no ser humano que naõ padece mutações, como lembrou o Concílio na Gaudium et spes (no. 10). Precisamente na juventude, talvez mais do que em outra faixas etárias, isto encontra confirmação. Isso, no entanto, naõ quer dizer que os jovens de hoje não sejam também diferentes daqueles que os precederam. No passado, as jovens gerações se formaram nas dolorosas experiências da guerra, dos campos de concentração, do perigo constante. Essas experiências liberavam também, nos jovens – e acho em toda parte do mundo, apesar de ter em mente a juventude polonesa - , os traços de um grande heroísmo.

É só lembrar o levante de Varsóvia em 1944: o ímpeto desesperado dos meus coetâneos, que não se pouparam. Jogaram sua vida jovem no ardor da fogueira. Eles queriam demonstrar que estavam amadurecendo no confronto com a grande e difícil herança que receberam. Também eu pertenço àquela geração, e penso que o heroísmo dos meus companheiros ajudou-me a definir minha própria vocação. Padre Konstanty Michalski, um dos grandes professores da Universidade Jaguelônica de Cracóvia, sobrevivente do campo de concentração de Sachsenhausen, escreveu um livro: Entre heroísmo e bestialidade. Este título reproduz bem o clima da época.o próprio Michalski, a respeito de Frei Alberto Chmielowki, lembra a frase evangélica segundo a qual “é preciso dar a vida” (Jo 15,13). Exatamente naquele período de terrível desprezo pelo homem, quando o preço da vida humana foi aviltado como talvez jamais acontecera antes, precisamente naquele momento a vida de cada indivíduo tornou-se valiosa, adquirindo o valor de um dom gratuito.

Neste sentido, os jovens de hoje certamente crescem em um contexto diferente: não carregam dentro de si as experiências da Segunda Guerra Mundial. Além disso, muitos dentre eles não conheceram – ou não lembram - as lutas contra o sistema comunista, contra o Estado totalitário. Vivem num clima de liberdade, conquistada para eles por outros, e cederam sobremaneira à civilização do consumo. São estes os parâmetros, obviamente apenas percebidos, da situação atual.

Apesar disso, é difícil dizer que a juventude rejeite os valores tradicionais, que abandone a Igreja. As experiências dos educadores e dos pastores confirmam, hoje não menos do que ontem, o idealismo característico desta idade, mesmo quando atualmente isso é expresso, talvez, sobretudo em forma de crítica, ao passo que no passado se traduzia mais simplesmente no compromisso. Em geral, pode-se afirmar que as novas gerações agora crescem prevalentemente num clima da nova era positivista, ao passo que, por exemplo, na Polônia, quando eu era garoto, dominavam tradições românticas. Os jovens com os quais entrei em contato logo após a minha ordenação sacerdotal cresceram precisamente nesse clima. Na Igreja e no Evangelho enxergavam um ponto de referência onde concentrar o esforço interior para formar a própria vida de uma maneira que tivesse sentido. Lembro ainda os colóquios com aqueles jovens, que exprimiam precisamente desse modo sua relação com a fé.

A experiência principal daquele período, quando a minha ação pastoral se concentrava antes de mais nada em torno deles, foi a descoberta da importância essencial da juventude. O que é juventude? Não é apenas um período da vida que corresponde a uma determinada faixa etária, mas é, no conjunto, um tempo concedido pela Providência a cada ser humano,sendo-lhe conferido como tarefa. Nesse período ele procura, como o jovem do Evangelho, a resposta às suas interrogações fundamentais; não somente o sentido da vida , mas também um projeto concreto para começar a construir sua vida. é exatamente esta característica mais essencial da juventude. Todo educador, a começar pelos pais, assim como todo pastor, precisa conhecer bem essa característica e deve saber identificá-la em cada rapaz ou moça. Digo mais, deve amar aquilo que é essencial para a juventude.

Se em cada período de sua vida o ser humano deseja afirmar-se, encontrar o amor, na juventude o deseja de uma forma ainda mais intensa. O desejo de afirmação, em todo caso, não deve ser entendido como uma legitimação de tudo, sem exceções. Os jovens de modo algum querem isso: estão dispostos inclusive a serem repreendidos, exigindo que se diga a eles sim ou não. Eles precisam de guias, e os querem disponíveis. Se procuram pessoas abalizadas, fazem-no porque as percebem ricas do calor humano e capazes de caminharem junto com eles pelos caminho que escolherem seguir.

Fica claro, portanto, que o problema essencial da juventude é profundamente pessoal. A juventude é precisamente o período da personalização da vida humana. É também o período da comunhão. Os jovens, tanto os rapazes como também as moças, sabem da obrigação de viver para os outros, sabem que sua vida tem sentido na medida em que se torna um dom gratuito para o próximo. Aí tem origem todas as vocações: tanto as sacerdotais ou religiosas como também as vocações ao matrimônio e à família. Também a chamada para o matrimônio é uma vocação, um dom de Deus. Nunca mais vou me esquecer de um rapaz, estudante do politécnico de Cracóvia, do qual todos sabiam que aspirava com decisão à santidade. Ele tinha este programa de vida. ele sabia ter sido “criado para os grandes ideais”, como se expressou certa vez São Estanislau Kostka. E, ao mesmo tempo, naõ tinha dúvida alguma de que sua vocação não era nem o sacerdócio nem a vida religiosa. Sabia que devia ser um leigo. O que mais o apaixonava era o trabalho profissional, bem com os estudos de engenharia. Procurava uma companheira para a vida, e a procurava de joelhos, na oração. Jamais poderei esquecer o colóquio em que, depois de um dia especial de retiro, me disse: “Penso que exatamente essa moça vai ser minha esposa, e é Deus quem vai dá-la para mim.” Como se não seguisse apenas a voz de seus desejos, mas antes de tudo a voz do próprio Deus. sabia que d’Ele vem todo o bem, e fez uma boa escolha. Estou falando de Jerzy Ciesielsky, desaparecido em um trágico acidente no Sudão, para onde foi enviado para ensinar na Universidade, e cujo processo de beatificação já foi iniciado.

Esta vocação para o amor é obviamente o elemento de contato mais estreito com os jovens. Como sacerdote me conscientizei disso bem cedo. Sentia como que um impulso interior nessa direção. É preciso preparar os jovens para o matrimônio, é preciso ensinar-lhes o amor. O amor não é uma coisa que se aprende, e todavia não há uma coisa tão necessária a ser aprendida! Quando jovem sacerdotal aprendi a amar o amor humano. Este é um dos temas fundamentais em que concentrei meu sacerdócio, o meu ministério da pregação, no confessionário, bem como por meio da palavra escrita. Quando se ama o amor humano, nasce também a vivia necessidade de empenhar todas as forças a favor do “belo amor”.

Na verdade o amor é lindo. Os jovens, afinal, buscam sempre a beleza do amor, desejando que seu amor seja lindo. Se cedem às fraquezas, seguindo modelo de comportamento que bem poderiam ser classificados como um “escândalo do mundo contemporâneo” (e são modelos lamentavelmente muito difundidos), no fundo do coração desejam um amor lindo e puro. Isso vale tanto para os rapazes como também para as moças. Sabem, afinal, que ninguém pode conceder-lhes um amor assim, a não ser Deus. E, portanto, estão dispostos a seguir a Cristo, sem olhar para os sacrifícios que isso pode implicar.

Durante os anos em que eu mesmo era um jovem sacerdote e pastor, me fiz esta imagem dos jovens e da juventude, que me acompanhou ao longo de todos os anos sucessivos. Imagem que possibilita também encontrar-me com os rapazes em qualquer lugar aonde for. Qualquer vigário de Roma que a visita à paróquia deve encerrar-se com o encontro do Bispo de Roma com os jovens. E não somente em Roma, mas também em toda parte aonde o Papa vai, procura os jovens e em toda parte é procurado pelos jovens. Aliás, na verdade não é ele a ser procurado. Quem é procurado é o Cristo, o qual sabe ó que há em cada homem”(Jo,2,25), de modo especial no homem jovem, e sabe dar as verdadeiras respostas ás suas perguntas! E mesmo quando são respostas exigentes, os jovens de modo algum as evitam; antes, dir-se-ia que esperam por elas.

Desse modo se explica também a gênese do Dia Mundial da Juventude. A primeira vez, por ocasião do Ano Jubilar da Redenção e depois pelo Ano Internacional da Juventude, promovido pelo Organização das Nações Unidas (1985), os jovens foram convidados a Roma. E esse foi o começo. Ninguém inventou os Dias Mundiais da Juventude. Foram os próprios jovens que os criaram. Aqueles Dias, aqueles Encontros, desde então se tornaram uma necessidade dos jovens em todos os lugares do mundo. no mais das vezes foram uma grande surpresa para os pastores, e até mesmo para os Bispos. Pois superaram tudo aquilo que eles mesmo esperavam.

Tais Jornadas mundiais se tornaram um grande e fascinante testemunho que os jovens dão a si mesmos, se tornaram um meio poderoso de evangelização. Com efeito, nos jovens há um imenso potencial de bem e de possibilidades criativas. Ao encontrá-los, em qualquer lugar do mundo, espero antes de tudo por aquilo que eles querem me dizer a respeito de si próprios, de sua sociedade, de sua Igreja. E sempre procuro concientizá-los a respeito: “De modo algum é mais importante aquilo que vou dizer-lhes: importante é o que vocês me dirão. Talvez não possam dizer isso com as palavras, mas conseguem dizê-lo com a sua presença, com o seu canto, quem sabe também através de sua dança, por meio de suas apresentações, enfim, com seu entusiasmo.”

Nós precisamos do entusiasmo dos jovens. Temos necessidade da alegria de viver que os jovens têm. Nela se reflete algo da alegria originária que Deus teve ao criar o ser humano. Precisamente essa felicidade os jovens experimentam em si próprios. É a mesma em todo lugar, embora seja sempre nova, original. Os jovens sabem exprimi-la à sua maneira.

Não é verdade que é o Papa a conduzir os jovens de um canto para outro do globo terrestre. São eles que o conduzem. E mesmo que seus anos aumentem, eles exortam-no a ser jovem, não lhe permitindo esquecer sua esperança, sua descoberta da juventude e da grande importância que ela tem para a vida de cada ser humano. Acredito que isso explique muitas coisas.

No dia da inauguração do Pontificado, em 22 de outubro de 1978, após o encerramento da liturgia, eu disse aos jovens na Praça de São Pedro: “Vocês são a esperança da Igreja e do mundo. Vocês são a minha esperança.” Aquelas palavras são lembradas constantemente.

Os jovens e a Igreja. Resumindo, desejo destacar que os jovens buscam a Deus, buscam o sentido da vida, buscam respostas definitivas: “O que farei para alcançar a vida eterna?”(Lc 10,25), nesta procura não podem deixar de encontrar a Igreja. E também a Igreja não pode deixar de encontrar os jovens. É necessário apenas que a Igreja tenha uma profunda compreensão daquilo que é a juventude, da importância que reveste para cada ser humano. É preciso também que os jovens conheçam a Igreja, que nela enxerguem a Cristo, o qual caminha ao longo dos séculos com cada geração, com cada ser humano. Caminha com cada um como um amigo. Importante na vida de um jovem é o dia em que ele estiver convencido de que este é o único Amigo a não desiludir, com quem pode sempre contar.

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Capítulo do livro entrevista de Viottorio Messiori com o Papa João Paulo II: Cruzando o Limiar da Esperança, editora Francisco Alves, 1994. P. 121-127.

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

"Enraizados e Edificados em Cristo, Firmes na Fé"

Escrito por Cristo Jovem Brasil
Sexta, 10 Dezembro 2010

"Enraizados e Edificados em Cristo, Firmes na Fé" (cf. Col 2, 7) Milhares de jovens de todas as partes do mundo estão se preparando para participarem da próxima Jornada Mundial da Juventude em Madrid 2011. As expectativas são as mais animadoras e temos visto a motivação dos jovens brasileiros que, com muito sacrifício e esperança, se organizam em grupos para participarem deste grande evento organizado pela Igreja Católica, que é considerado o maior do mundo destinados aos jovens.

As JMJ, surgiram do desejo dos jovens e do servo de Deus João Paulo II de vivenciarem um momento particular, que tivesse a “face dos jovens” e a experiência pessoal e comunitária do encontro com Cristo. Daí surgiram as JMJs que possuem uma espiritualidade particular expressa em quatro pontos: 1°) Encontro com Jesus Cristo; 2º) Amor à Igreja na pessoa do Papa e escuta de sua palavra; 3º) Vivência da universalidade e comunhão da Igreja; 4º) Os jovens protagonistas da nova evangelização e da construção da Civilização do Amor.

A data de realização da primeira JMJ foi no Domingo de Ramos de 1985, sendo realizado, em seguida, na Argentina (1986), onde cerca de 1 milhão de jovens escutaram João Paulo II afirmar: "Repito ante vós o que venho dizendo desde o primeiro dia do meu pontificado: que vós sois a esperança do Papa, a esperança da Igreja." Em seguida a JMJ aconteceram em vários países do mundo.

A JMJ acontece a cada dois ou três anos. Quando não acontece mundialmente ela ocorre nas Arquidioceses e Dioceses, no Domingo de Ramos. Como ocorreu na Arquidiocese de Belo Horizonte com a Jornada Arquidiocesana da Juventude, em que cerca de três mil jovens participaram de uma peregrinação da Catedral da Boa Viagem até a praça do Papa, ao final da missa celebrado pelo Arcebispo de Belo Horizonte Dom Walmor Oliveira de Azevedo. Em cada Jornada o Papa sugere um tema. O Tema deste ano de 2010 foi "Bom Mestre, que devo fazer para alcançar a vida eterna?" (Mc 10, 17). “A estação da vida em que estais imersos é tempo de descoberta: dos dons que Deus vos deu e das vossas responsabilidades. É, também, tempo de escolhas fundamentais para construir o vosso projeto de vida. É o momento, pois, de interrogar- vos sobre o autêntico sentido da existência e de perguntar-vos: "Estou satisfeito com minha vida? Está faltando alguma coisa?" (...) “Não tenhais medo de afrontar essas questões!” Disse o Papa em sua mensagem deste ano aos jovens.

Em cada JMJ acontecem várias atividades como catequeses, adorações, missas, momentos de oração, palestras, partilhas e shows. O mais impressionante é a quantidade de jovens. São milhares de jovens de diversas partes do mundo o que faz com que o evento fique muito rico com as diferentes línguas, culturas e colorido com as diferentes bandeiras nacionais. Um dos momentos mais aguardados é a Missa de encerramento que é celebrada pelo Santo Padre. Em sua homília o Papa motiva e encoraja os jovens com uma mensagem transbordante de Esperança e de Fé. Outro momento muito esperado é o do anúncio de qual país sediará a JMJ seguinte.

Até agora o número de jovens inscritos na JMJ são aproximandamente 4 mil jovens. Podemos levar muito mais. As possibilidades de a próxima JMJ ser no Brasil é muito grande. Vale apena passar por todos os sacrifícios e dificuldades para conseguir ir a JMJ. Tenha fé! Organize com seus amigos em grupos e arrecadem dinheiro. Vocês podem fazer muitas coisas, como vender doces, água nos sinais de trânsito, rifas, pedir a família, amigos etc. Não coloque barreiras para realizar esse grande sonho. Vamos todos juntos como irmãos escutar o Santo Padre Bento XVI dizer: “A próxima Jornada Mundial da Juventude será realizada no Brasil”. O Papa está ansioso para te encontrar na JMJ. "Queridos amigos, vos reitero o convite a participar da Jornada Mundial da Juventude em Madri. Com profunda alegria, espero a cada um pessoalmente, Cristo quer assegurar-vos na fé por meio da Igreja." (mensagem para a JMJ de 2011).


Fonte: http://brasil.cristojovem.com/

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

domingo, 5 de dezembro de 2010

II ERAJ - II ENCONTRO REGIONAL DE ARTICULADORES DA JUVENTUDE

Evangelizar a Juventude não é tão fácil quanto parece, mas também, não é difícil.

O que torna a evangelização dos jovens uma tarefa difícil são os desafios que devem ser enfrentados pelos evangelizadores.

O surgimento de novas linguagens, se torna o desafio na irradiação da fé.
O individualismo, se torna desafio na formação da comunidade eclesial.
A secularização, se torna o desafio da iniciação cristã.

Tendo como Tema Os desafios na evangelização da juventude, realizou-se, no domingo, 21 de novembro, o II Encontro Regional de Articuladores da Juventude da Região Episcopal Nossa Senhora da Conceição.

Na parte da manhã participamos de celebração, presidida pelo Vigário Episcopal, o Pe. Chico Pimenta e um momento de formação. Na parte da tarde fizemos uma confraternização, por se tratar do último encontro do ano dos representantes da juventude das foranias da região.






segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Arquidiocese de BH promove vigília com o Papa Bento XVI

Rádios América e Cultura transmitem a Vigília Internacional pela Vida na Arquidiocese de BH - 27 de novembro

A Arquidiocese de Belo Horizonte, em sintonia com a Igreja Católica de todo o mundo, celebra, dia 27 de novembro às 22 horas, na Catedral Nossa Senhora da Boa Viagem, aVigília Internacional pela Vida Humana Nascente, com transmissão pela Rádio América (AM 750) eRádio Cultura (AM 830).

O Papa Bento XVI exortou o mundo a se unir em uma vigília de oração pela vida humana nascente. Neste sábado, início do Advento litúrgico - um tempo de alegre expectativa para o nascimento de Cristo - Bento XVI celebra a vigília de oração na Basílica de São Pedro, no Vaticano e pede aos católicos que se unam em oração por todos os seres humanos a nascer.

Toda a Igreja Católica se prepara para este grande momento de fé e devoção envolvendo paróquias, comunidades, grupos de oração e as famílias numa prece universal para a vida em comunhão com o Santo Padre.

Vigília Pela Vida Nascente

Fonte: Site da Arquidiocese de Belo Horizonte

Cristo, Rei do Universo!




Celebramos hoje Jesus Cristo como Rei Universal. Fixemos os olhos em Jesus pregado na Cruz. Uma cruz é o seu trono real. É a partir daqui, da sua morte pelos nossos pecados, que Jesus Cristo estabelece o seu reinado, um reino de paz e de reconciliação universal.

Jesus Cristo é a meta final da História. É, pois, com razão que encerramos o Ano Litúrgico aclamando-O como «Rei dos Reis e Senhor dos Senhores», o Senhor e Rei de todo o Universo.

E como é que este Rei nos aparece na leitura do Evangelho de hoje? Aquele letreiro afixado na Cruz o proclama Rei. Aos olhos do povo, porém, Ele não passa de um rei de comédia… Feito objeto de troça e sarcasmo, é mesmo desafiado a mostrar o seu poder salvador: «salvou os outros, que se salve a si»; «se és rei, salva-te a ti e desce da Cruz!»

E Jesus mostra o seu poder salvador, não descendo do trono da Cruz, mas levando a cabo, por meio dela, a obra da salvação da Humanidade! Pregado na Cruz, oculta a sua majestade e quer manifestar em que consiste a sua realeza: o perdão para os que O insultam e maltratam; a garantia do paraíso ao ladrão arrependido; o abrir-nos as portas do Reino dos Céus até então fechadas pelo pecado. Não é reduzindo a nada os seus inimigos que Ele estabelece o seu reinado, mas provocando o amor das suas criaturas com o amor que lhes mostra «até ao fim»; assim reconcilia com Deus todas as coisas, «estabelecendo a paz, pelo sangue da sua Cruz, com todas as criaturas na terra e nos céus» (2ª leitura). O seu reino é «um reino de verdade e de vida, de santidade e de graça, de justiça, de amor e de paz» (prefácio da oração eucarística).

Jesus é Rei porque é Deus feito homem: «n’Ele reside toda a plenitude», isto é, n’Ele “habita corporalmente toda a plenitude da natureza divina” (2ª leitura e Col 2, 9), por isso «em tudo Ele tem o primeiro lugar» (2ª leitura). Com efeito «por Ele e para Ele tudo foi criado» e «Ele é a Cabeça da Igreja, que é o seu Corpo» (ibid.).

Mas, assim como acontecia no Calvário, o drama da rejeição do amor deste Rei de Paz e de Misericórdia continua atual. Confrontamo-nos com uma sociedade que teima em viver de costas para Deus e que tenta impor um projeto de vida contrário ao maravilhoso plano de amor e de paz inscrito no coração humano e na própria natureza das coisas. João Paulo II advertia que hoje acontece a difusão duma mentalidade inspirada no laicismo e esta ideologia leva gradualmente à restrição da liberdade religiosa até promover um desprezo ou ignorância do religioso, relegando a fé para a esfera do privado e opondo-se à sua expressão pública, o que nada tem a ver com a justa laicidade do Estado. Ora «uma sociedade em que Deus é absolutamente ausente autodestrói-se; vimo-lo nos grandes regimes totalitários do século passado», como nos ensina o Papa Bento XVI.

Em face desta situação, que vem já do séc. XVIII, Pio XI instituiu esta festa de Cristo Rei em 1925 e mais adiante promoveu a Ação Católica. O grito de S. Paulo, «é preciso que Ele reine» (1 Cor 15, 25) é a aspiração de todo o discípulo de Cristo, que quer opor aos desígnios dos homens da parábola de Lc 19, 14 – «não queremos que Ele reine» – um ideal apostólico, que veio a expressar-se no lema litúrgico: «Regnare Christum vólumus!»(Queremos que Cristo reine!). E foi assim que Jesus nos ensinou a rezar na oração do Pai-nosso: «Venha o teu Reino».

Perante o reinado de Cristo a nossa atitude não pode ser a de ficarmos passivos, limitando-nos a receber os bens do Reino. A vocação cristã implica a missão de ser apóstolo deste Reino. O Concílio Vaticano II, ao falar dos leigos, proclama que, «por própria vocação, compete aos leigos procurar o Reino de Deus tratando das realidades temporais e ordenando-as de acordo com Deus» (LG 31).

Para isso, antes de mais, temos de fazer com que Cristo reine plenamente em nós próprios. Que Ele reine na nossa inteligência, procurando conhecermos cada vez melhor as verdades da fé aderindo interiormente a elas; que Cristo reine na nossa vontade para que ela se identifique com o querer de Deus e o seu projeto de salvação; que Ele reine no nosso coração para que ele não se apegue a nada contrário ao amor de Deus. Só então poderemos dar um testemunho válido e contribuir eficazmente para o reinado de Cristo na nossa família, no nosso ambiente de trabalho, enfim, na sociedade em que vivemos.

O ponto de partida de todo o apostolado eficaz é a procura incansável da identificação com Cristo; esta é a meta que João Paulo II propôs para o novo milênio: «Em primeiro lugar, não hesito em dizer que o horizonte para que deve tender todo o caminho pastoral é a santidade… É preciso, pois, redescobrir, em todo o seu valor programático, o cap V da LG do Concílio, intitulado ‘vocação universal à santidade’» (NMI 30). A propósito, é bem expressivo um ponto do livro “Caminho”, de São Josemaría Escrivá: «Um segredo, um segredo em voz alta: estas crises mundiais são crises de santos. Deus quer um punhado de homens ‘seus’ em cada atividade humana. Depois... ‘Pax Christi in regno Christi’ – a paz de Cristo no reino de Cristo» (nº 301).

Dom Antônio Carlos Rossi Keller, Bispo da Diocese de Frederico Westphalen, no Rio Grande do Sul.
Frederico Westphalen, 21 de novembro de 2010.

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Católicos, voltem pra casa!

Temos todos os dias que retornar aos nossos lares. Saímos, vamos estudar, trabalhar etc. e voltamos ao final do dia. Às vezes, por algum motivo não queremos voltar, desejamos ficar longe do nosso lar. O mesmo acontece com nosso 'Lar' por excelência, a casa de nosso Senhor. Pode nos acontecer de desanimarmos com a caminhada, ficarmos com preguiça, ou até mesmo acharmos que a cruz que carregamos é insuportável. Isso tudo nos leva a afastar do nosso lar.

Um grande escritor católico inglês chamado G.K. Chesterton, escreveu certa vez um conto (Saudades do lar) em que narra a viagem de um homem que desejava encontrar seu 'Lar'. Trata-se na verdade de um conto que relata a viagem pessoal desse escritor até encontra seu verdadeiro lar, o catolicismo. Esse homem dá a volta ao mundo. Caminha muito em busca de um lugar que lhe possa dar alegria e sentido a sua vida. Ao final, quando está terminando de completar a volta, a vista de longe um 'Lar' que lhe desperta sentimentos de paz, segurança, plenitude. Esse lar era o seu mesmo antes de sair em busca de outro. Ele deu a volta ao mundo para voltar ao mesmo lugar.

Isso acontece com nós também. Muitas vezes nos afastamos de algo ou alguém e quando nos damos conta, descobrimos que nos faz muita falta. Santo Agostinho dizia que Deus, nosso criador, nos fez para Ele: "nos fizeste para Ti e o nosso coração não descansa enquanto não repousar em Ti". Nosso coração deseja um lar; deseja paz, descanso e a felicidade!

Não vamos sair do nosso verdadeiro lar que Deus nos deu. Vamos manter-nos em nossa verdadeira Casa, a casa de Deus. A Santa Igreja Católica Apostólica Romana é nossa casa. As chaves desse lar estão com os Papas, sucessores de Pedro. Vamos rezar e nos manter fiéis a esse lar.

Diego Silva,
Coordenardor da Juventude na Forania S. Antônio da Pampulha

Assista esse excelente vídeo: